8.05.2013

MISÉRABLE PROFILE ON: { AYRES BESPOKE TAILOR } PART I






Morning Dear Coquettes & Misérables!

Today I bring you our latest Misérable Profile.

Before I begin, even before the presentations I'm going to tell you a brief story.

A few months ago I've started working in a new place right in the heart of Oporto and, I dare say, in one of the most elegant parts of the city.
A few days after I've started to work in the new place, during my after lunch coffee, I saw two very elegant gentlemen in one of the tables next to me.
My attention was first driven towards the matching socks and sweater along with the hat of the older gentleman and then to the blazer with the 'leaf green' stitches of the younger one.
The building in which I work is known for mostly being 'home' to doctor's offices & law firms, so after a brief moment I came to the conclusion that the two gentlemen sitting beside me must have been lawyers due to the formality of their ensembles; but lawyers with a very refined sense of aesthetics.
One or maybe two weeks later I discovered my assumption to be wrong — the two dapper gentlemen I saw at the café were actually the grandfather & grandson Ayres, both tailors from profession.
It need not be said that I couldn't rest until I've suggested them this Misérable Profile.

You may have already seen him before here but now I informally introduce you Ayres Bespoke Tailor.







Bom dia Coquettes & Misérables! ,)

Hoje trago-vos o nosso mais recente Misérable Profile.
Antes de começar, antes mesmo das apresentações vou contar-vos brevemente uma pequena história.

Há alguns meses atrás começei a trabalhar num sítio novo, mesmo no coração do Porto.
Uns dias depois, durante o café depois do almoço vi sentados numa mesa ao meu lado, dois senhores muito bem vestidos.
Tão elegantemente arranjados que o meu olhar foi primeiro atraído para as meias a condizer com a camisola e o chapéu do senhor mais velho e depois para o blazer com pontos verde árvore do senhor mais novo e fiquei intrigada.
O edifício onde trabalho é sobretudo 'casa' de médicos e advogados.
Depois de um breve momento concluí que os dois deviam ser advogados, mas advogados com um apuradíssimo sentido estético.
Uma ou duas semanas depois descobri que afinal a minha constatação estava errada, os dois senhores elegantemente vestidos eram afinal o avô e neto Ayres, alfaiates de profissão.
Escusado será dizer que não descansei enquanto não falei com os dois e lhes propus este Misérable Profile.

Podem já tê-lo visto aqui, se não, apresento-vos o Ayres Bespoke Tailor.












Ps: I invite you to listen to this playlist with a few of Ayres favourite songs while you read the rest of the Post. ,)

Ps: Convido-vos a ouvirem esta playlist, com algumas das músicas preferidas do Ayres enquanto vêem o resto do Post ,)







M:  Ayres, how & when have you discovered you wanted to be a tailor?

Ayres: I decided I wanted to work in tailoring when I was still young - I was around 16 years old. I don't remember when exactly it was, but I know it was at some point during adolescence. I knew that I wanted to do something fashion-related and since my grandfather was a tailor, I took advantage of that factor and here we are.


I started working with my grandfather at around that time, when I was 16 or 17; I still worked in part time. I started working full time when I was around 18 and then a series of events related to my education happened which made me unable to work with my grandpa seen as I wanted to leave the country and learn more about tailoring in foreign countries, namely the ones of England and Spain, the latter country the one where I worked at.






M:  Ayres, como ou quando é que descobriste que querias ser alfaiate?

Ayres: Decidi que queria seguir a arte da alfaiataria quando era novo, tinha para aí 16 anos. Não me recordo bem mas sei que foi algures na adolescência. Sabia que queria seguir algo que estivesse relacionado com a moda e já que o meu avô era alfaiate aproveitei este empurrão do meu avô para seguir a arte e assim foi.


Começei a trabalhar com o meu avô nessa altura, com 16 ou 17 anos. Ainda trabalhava em part time. Começei a trabalhar a full time por volta dos 18 e depois aconteceram uma série de coisas em relacionadas com a minha formação e deixei de trabalhar com o meu avô para sair do país e aprender mais e ver como era a alfaiataria internacional, nomeadamente a alfaiataria inglesa e a espanhola que foi onde trabalhei.






M: Tell us a bit about your mentor...

Ayres: My mentor is my grandfather; if he wasn't around I definitely would have never become a tailor because he was the person that made me and everyone in my family love tailoring, an activity that was always present around us. Seen as I have a very close relationship with my grandpa, as I've always had, I grew up constantly surrounded by tailors and the art of tailoring.






M: Fala-nos um bocadinho sobre o teu mentor...

Ayres: O meu mentor é o meu avô. Se o meu avô não existisse de certeza que nunca seria alfaiate porque foi ele que me incutiu (a todos nós na família) o gosto pela alfaiataria, que sempre esteve no seio familiar.


Como tenho uma relação muito próxima com o meu avô, aliás sempre tive, cresci sempre muito perto da alfaiataria. 






M: Do you have any advice for any readers that might want to try and follow a career down that path?

Ayres: The only advice I can give to anyone that wants to follow a career related to tailoring... Honestly, yesterday I had someone come here that wants to be a tailor and asked that same question.

Anyway, first and foremost people need to realize that tailoring is very hard to learn; it's not an easy thing that you can pick up from one day to another, and it requires tremendous amounts of effort and lots of sacrifices. I speak out of personal experience here; I know what I went through to learn what I did. It's a complicated craft.

Along with that, you don't learn how to tailor from one day to another, nor from one year to another. In around two to five years you can pick up the basics, at best; tailoring is permanently evolving, and it's a craft where you are constantly learning. For example, acquiring enough skill to make a coat takes its time; around three to four years of hard, daily work.

The biggest tip I give to aspiring tailors is that before you take any steps into learning, be sure that this is really what you want to learn and be sure that you truly want to do tailoring as your life's work and make it your main source of income. Along with that, you need to find a tailor that's willing to teach you; nowadays, and for many a year now, there is no such thing as a "tailor's school" and in my personal opinion that's for the best, tailoring's not something you can learn in a school, you have to learn it in a master's workshop working every day from 9 am to 9 pm sowing at every constant moment and watching every single process. THAT is how you learn.

Besides, tailoring's practical, not theoretical.






M: Tens algum conselho para outras pessoas que gostariam de seguir a área?

Ayres: O único conselho que posso dar a pessoas que queiram seguir a área... Ainda ontem tive aqui uma pessoa que quer ser alfaiate.

Primeiro, as pessoas antes de mais têm de se convencer de que a alfaiataria é difícil de aprender, não é uma coisa fácil e exige um esforço e sacríficio tremendos. Falo por mim, porque sei o que passei para aprender e os sacríficios que tive de fazer, etc etc. É complicado.

A alfaiataria não se aprende de um dia para o outro, nem de um ano para o outro. Em 2, 3, 4, 5 anos aprendem-se as bases. A alfaiataria está sempre a evoluir, está-se sempre a aprender. Por exemplo, para se estar apto a fazer um casaco, demora o seu tempo, uns 3 - 4 anos de trabalho árduo diário.
O concelho que eu dou às pessoas que querem aprender é que antes de mais tenham a certeza de que querem mesmo aprender e fazer da alfaiataria a sua profissão, a sua fonte de rendimento e depois têm de procurar um alfaiate que esteja disposto a ensinar, porque hoje em dia não há, já à muitos anos, que não há escolas de alfaiataria e na minha opinião a alfaiataria não se aprende nas escolas, a alfaiataria aprende-se no atelier de um mestre a trabalhar diáriamente das 9 às 19 a coser permanentemente e a assistir a todos os processos. Assim é que se aprende.


Para além disso, a alfaiataria não é teórica, é prática.






M: In Portugal, where could we get more information and training in this profession?

Ayres: As far as I'm aware, there aren't a lot of ways to learn tailoring in Portugal. There are some tailoring courses in fashion schools, but those are tailoring classes in name only, and I know this because they're not taught by proper tailors; how can you teach a tailoring course if you know nothing about it? It's as farfetched as me going around teaching medicine! (Laughter)






M: Em Portugal, onde poderiam obter mais informações e formação na área?

Ayres: Em Portugal, que eu tenha conhecimento não existe nenhuma escola de alfaiataria. Existem cursos de alfaiataria nas escolas de moda. Cursos que são chamados cursos de alfaiataria apenas. Eu sei que não são cursos de alfaiataria porque não são dados por alfaiates... Como é que se pode dar um curso de alfaiataria sem se saber nada de alfaiataria? É a mesma coisa que ensinar medicina sem perceber nada de medicina.
(risos)


A alfaiataria é isto, é coser.






M: Outside of Portugal, what are the best places to learn how to tailor?

Ayres: I think every european capital and/or capital of the world has good tailors; of course, each of them is gonna have its own style.
I'm very much connected to London because that's where I've studied, and Savile Row is considered the tailor's Mecca; the most expensive suits in the world are made and sold in there and this continues to be a good school with a tradition of over 300 years training tailors.
There's still aprendices in Savile Row nowadays e certain kind of tailors in that street.
Each house has 2 or 3 aprendices. Although there is a high demand from people that want to learn the houses can only accept 2 or maybe 3 aprendices per year.
It was my case, I have had the luck to be one of them a couple of years back.

Italy is also very connected to style and traditional tailoring and there we can find very known tailors. For instance in Florence and Naples, and I supose that there can be other tailoring schools in Milan. I've never searched so I'm not 100% sure.






M: Fora de Portugal, quais são os melhores sítios para se aprender a alfaiataria?

Ayres: Eu penso que todas as capitais europeias ou mundiais, digamos assim, têm bons alfaiates.
Acho que em todas as capitais do mundo se pode aprender alfaiataria, claro que, cada uma ao seu estilo.
Estou muito ligado a Londres, porque foi lá que fiz a minha formação e Savile Row é considerada a meca mundial dos alfaiates.
Os fatos mais caros do mundo são feitos e vendidos em Savile Row e esta continua a ser uma boa escola, com uma tradição de 300 anos, sempre a formar alfaiates.
Ainda hoje existem aprendizes em Savile Row e certos tipos de alfaiatarias nessa rua.
Cada casa tem 2 ou 3 aprendizes mas há uma procura enorme por parte das pessoas que querem aprender apesar de as casas só poderem aceitar 2 ou 3 aprendizes por ano.
Foi o meu caso, tive a sorte de ser um deles há uns anos atrás.



Itália também está muito ligada ao estilo e à alfaiataria tradicional e lá podemos encontrar alfaiates grandes, por exemplo em Florença e Nápoles e suponho que possam haver escolas de alfaiataria também em Milão. Nunca procurei por isso não tenho a certeza absoluta.





M: Is there any special time / époque that inspires you in your criations?

Ayres: No, I'm not inspired by any time in particular.

I resort to images that come to my head, images long graved in my memmory and perhaps I do take inspiration from them when in need to create something, but as I work mostly with business men and with those clients one can't extravacate too much.
I enjoy working the classic and that's what I want to do for the rest of my life, working the classic.





M: 
Há alguma época em especial que te inspira nas tuas criações?

Ayres: Não, não em inspiro em nenhuma época em particular. 


Recorro a imagens que me vêem à cabeça, imagens gravadas na minha memória e secalhar inspiro-me nelas para criar alguma coisa mas eu trabalho fundamentalmente com homens de negócios e com esses clientes não dá para extravagar muito.
Gosto de trabalhar o clássico e é o que quero fazer durante toda a vida, trabalhar o clássico.






M: Ayres, how can you be found by a new client?



Ayres:  Normally, a new client appears through a recomendation from another client.
Some clients advice their friends or tell their friends — try making a suit with Ayres — and that's how new clients have come up.


M: Ayres, de que forma podes ser encontrado por um cliente novo?


Ayres:  Normalmente, um cliente novo aparece através de recomendação de outro cliente.
Alguns clientes aconselham os amigos ou dizem aos amigos – experimenta fazer um fato com o Ayres – e os clientes têm aparecido assim.





M: I've noticed that you also have a footwear line. Is there any other area in which you're interested to bet?

Ayres: The brand also expands into chemiserie. I've started making shirts for measure, still in London, that I would sell to my collegues & to particular clients.

Even before I've started to sell suits in London, I've started making and selling shirts for measure and I can't say that that's an innovative concept for me, because I've done it for many years, but chemiserie it's a field in which I continue to bet.
Shirts are directly connected to suits, because, in a normal occasion, to dress a suit one needs to dress a shirt first, so for that reason there's a familiar connection.

The shoes, are a passion of mine, and an accessory to complement the suit and the Ayres look.






M: Reparei que têm uma linha de calçado. Existe mais alguma área na qual tenham interesse em apostar?

Ayres: A marca expande-se também na camisaria por medida. Eu começei a fazer camisas por medida, ainda em Londres, que vendia aos meus colegas e a clientes particulares.

Antes mesmo de vender fatos em Londres, começei a fazer e a vender camisas por medida e não posso dizer que seja um conceito inovador para mim porque já à muitos anos que faço camisas por medida, mas continuo a apostar no ramo da camisaria.
As camisas estão directamente ligadas aos fatos porque para se vestir um fato normalmente tem de se vestir uma camisa e por esse motivo existe uma ligação familiar.


Os sapatos são um acessório, para complementar o fato e claro o look Ayres.






M: What are your plans for a nearby future? And in medium - long term?

Ayres: In this moment I feel fine. It's obvious that I have ideas and projects that I would like to explore, but at this moment, tha little experience I have tells me that sometimes making big plans doesn't necessarily relate to big results. I letting myself go with the wind and we'll see where that takes me.


M: O que estás a planear num futuro próximo? E a médio-longo prazo?


Ayres: Neste momento estou bem. É óbvio que tenho ideias e projectos que gostava de explorar, mas neste momento, a pouca experiência que tenho diz-me que às vezes fazer grandes projectos não dá resultados e por isso estou a ir ao sabor do vento e a ver o que vai acontecer.






M: Which are the main features of an Ayres client?

Ayres: In the first place he or she has an extremely good taste. I believe he or she are persons with extreme good taste, personality, charisma and of course they're someone who knows what they want.


M: O que é que caracteriza um cliente Ayres?

Ayres: Em primeiro lugar é uma pessoa com extremo bom gosto. Acredito que seja uma pessoa de extremo bom gosto, personalidade, carisma e claro, alguém que sabe o que quer.






M: Which is your approach with a new client? What characterizes your work method?

Ayres: My first meeting with a new client is very informal; I hate formalities. I like to be at ease and let the client feel comfortable because there has to be a close relation between a client and his tailor. We're making clothes for the client and there are times when a client is wearing nothing more than underwear and a shirt in our front and for someone to be in that position there has to be some comfort.

Normally I ask my client for what occasion the suit is intended to be used at, if for work, for a formal event, ...
In the first meeting I observe the client's body structure, I see the changes that the suit needs, in case the client needs me to fit a suit he already has, or the kind of suit that best suits the client's body type and the color that best favours the client's skintone.

I identify, the little flaws (because everyone has little flaws in his/hers silhouette) and the respective modifications that have to be done in the suit to better fit and favour the client.
There are the first impressions. Briefly: Choosing the fabric, taking measures, fundamentally let the client at ease.





M: Qual é a tua abordagem com um cliente novo? O que caracteriza o teu método de trabalho/ procedimentos?

Ayres: O primeiro contacto com um novo cliente é muito informal, detesto formalidades. Gosto de estar à vontade e de deixar o cliente à vontade porque tem de haver uma relação próxima ou de intimidade digamos assim entre o alfaiate e o cliente porque nós estamos a fazer roupa para o cliente e a roupa é o que cobre o corpo e há momentos em que o cliente está de cuecas e camisa à nossa frente e para alguém estar em cuecas e camisa à nossa frente tem de haver algum àvontade.

Normalmente pergunto ao cliente para que tipo de ocasião se destina o fato, se para trabalho, para uma cerimónia, ...
Na primeira impressão observo a estrutura corporal do cliente a olho nu, vejo as alterações que o fato necessita, no caso de ser um ajuste a um fato que o cliente já possua, ou o tipo de fato que mais favoreceria o tipo de corpo do cliente, que cor de fato se adequa mais ao tom de pele.
Identifico, a olho nu, os defeitos (porque todos nós temos pequenos defeitos na silhueta) e as respectivas alterações que têm de ser feitas no fato para melhor favorecer o cliente.
Essas são as primeiras impressões. Resumidamente, escolher o tecido, tirar medidas, fundamentalmente deixar o cliente à vontade.






M: Which were the most outstanding moments in your career so far? 

Ayres: There were several... I tend not to think too much in them, because I like to walk forward and I try not to focus too much in the past. I leave the past to those who like to study history!

But I cannot not mention that making a suit to Prince Charles was a very important moment in my career. I was young and having had that opportunity was a privilege.
Obtaining my diploma in Savile Row Bespoked Association, which iddentifies me as a Savile Row Tailor, was equally a tremendous victory.
To have attained my first job with the best tailor in Madrid when I was still studying cut and tailoring meant that I would be able to auto sustain myself, and live in Madrid, which by any other way would have been impossible.

New York... I remember perfectly when I've decided I wanted to live in NYC, and was already trading emails to obtain/ schedule work interviews in the city and when I've received the confirmation email I felt a tremendous bubbling in my stomach, because I was getting closer to achieve my goal.
What I've always wanted, was to create and establish my own brand and see that dream of mine grow... Two years have already passed, since that moment, and since then I've been living in Portugal and the brand is growing exponentially and if everything goes according to plan it will continue to grow and expand.






M: Há algum momento que tenha sido especialmente marcante na tua carreira (até ao momento)?

Ayres: Vários... Não penso muito neles porque sou um homem que gosta de andar para frente e tento não me concentrar muito no passado. O passado deixo-o para aqueles que queiram estudar história!

Mas não posso deixar de mencionar que ter feito um fato para o Príncipe Carlos foi um momento marcante na minha carreira. Era novo e ter tido essa oportunidade foi um privilégio.
Ter obtido o diploma da Savile Row Bespoked Association, que me identifica como um alfaiate de Savile Row, foi igualmente uma vitória tremenda.
Ter conseguido o meu primeiro trabalho numa alfaiataria em Madrid quando ainda estava a estudar corte e alfaiataria. Na altura, com o melhor alfaiate Madrileno e significou que já me poderia auto sustentar e viver em Madrid, pois de outra forma não teria conseguido.


Nova Iorque... Recordo-me perfeitamente quando decidi que queria ir viver para Nova Iorque e andava a trocar emails para conseguir entrevistas de trabalho. Lembro-me de que já estava a negociar com um alfaiate nova-iorquino a minha ida para Nova Iorque e quando recebi o email de confirmação, ainda estava em Londres, e quando vi o email senti um borbulhar tremendo no estômago quando vi que já estava mais perto de alcançar esse objectivo e o que eu sempre quis, que era estabelecer a minha própria marca e ver isso acontecer... Já foi à 2 anos e desde essa altura que estou a viver em Portugal e a marca está a crescer a pique e irá crescer muito mais se tudo correr como planeio.




Pictures taken with my amazing partner in crime Kapsico  exclusively for La Coquette Misérable. All rights reserved.



To be continued in the next Post!
However, if you would like to do a bit recon for yourselves meanwhile, you can check out Ayres's website here or the official FB page here.
Catch you up in a few days for the Misérable Profile sequel! ,)*

Bisous & have a great day!


A entrevista continua no próximo Post!

No entanto, se quiserem saber mais sobre o trabalho do Ayres entretanto, podem dar uma vista de olhos ao website aqui ou à página oficial do FB aqui.
Apanho-vos ainda esta semana com a continuação do Misérable Profile! ,)*

Bisous e continação de um excelente dia!





Yours trully,















A little sneak peek of what you'll see in the Part II of Ayres Bespoke Tailor's Misérable Profile.
A tip, you'll meet the charming granfather Ayres ,)

Um pequeno sneak peek do que vão poder ver na 2ª Parte do Ayres Bespoke Tailor's Misérable Profile.
Uma dica, vou-vos apresentar o avô Ayres ,)



See you later aligator*



4 comentários:

  1. Muito bom este post! Obrigada!

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    1. O prazer foi todo meu/nosso Inês! ,)
      Obrigada eu por ter dado aqui um salto!

      Beijinho,
      M*

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  2. Parabéns por este post tão interessante que nos mostra que a arte manual ainda está viva.

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    1. Muito obrigada Troti! ,)

      Ps: A segunda parte do Misérable Profile já está disponível aqui (caso queira(s) dar uma vista de olhos): http://www.lacoquettemiserable.com/2013/08/miserable-profile-on-ayres-bespoke_14.html

      Beijinho,
      M*

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